MELHORES PRÁTICAS NA ATENÇÃO DA MULHER E DO RECÉM-NASCIDO SERÃO IMPLEMENTADAS NO HNSBC A PARTIR DE AGOSTO

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 Implantação do Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR); a implementação do acompanhante de livre escolha da mulher no pré-parto, parto e pós-parto e a vinculação da gestante a maternidade na qual será realizado o parto e o atendimento após sua inscrição no programa de assistência pré-natal no município. Estas são algumas melhorias que começam a ser efetivadas a partir de agosto para promover o cuidado humanizado as gestantes e recém-nascidos atendidos no Hospital Nossa Senhora do Bom Conselho (HNSBC), conhecido como antigo Hospital Regional de Arapiraca – uma das instituições prioritárias em Alagoas no Plano de Qualificação das Maternidades do Ministério da Saúde (PQM/MS).
Estas mudanças são fruto do Curso Boas Práticas na Atenção da Mulher e do Recém-Nascido no Parto, que foi realizado no período de 12 a 14 de julho, no HNSBC. A capacitação foi uma estratégia do Plano de Qualificação em Maternidades no Nordeste e Amazônia Legal, que é uma das ações do Pacto de Redução da Mortalidade Infantil e Materna. Além disso, serviu para fomentar a discussão entre os trabalhadores e gestores das maternidades, atenção básica e especializada do município.
A atividade foi uma ação conjunta do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde (DAPES/MS) e do Hospital Sofia Feldman, de Minas Gerais. O curso foi ofertado para enfermeiros obstetras, técnicos de enfermagem, médicos obstetras, neonatologistas, anestesiologistas, profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Arapiraca, dos hospitais Nossa Senhora de Fátima e Afra Barbosa. Participaram desta capacitação como instrutores do Sofia Feldman, Ana Paula Vallerine (enfermeira obstetra), João Batista Lima (médico obstetra) e Karina Andrade (médica neonatologista). Além destes, a supervisora do PQM/MS, Angélica Andrade; e a apoiadora institucional do PQM/MS, Leopoldina da Graça Correia “Durante este período foi possível conhecer melhor as evidências científicas que embasam a assistência a gestante, experienciar a prática no centro cirúrgico e na sala de parto e promover debates, por meio de rodas de conversas, entre todos os envolvidos no processo. Foi um momento ímpar para os profissionais que lutam pela redução da mortalidade materna e infantil no município”.