Retratos de um “apartheid” médico

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Deixo na rede uma indicação de site. Trata-se da versão brasileira do Le Monde Diplomatique que pode ser acessado em 

  http://diplo.uol.com.br/

Diferente do que estamos acostumados a ler, as matérias aqui são muito bem desenvolvidas, investigativas, analíticas e opinativas, com abordagem crítica. Vejam por exemplo a matéria a seguir (coloco apenas o início pois ela é extensa). Vale a pena conferir:

 

 Retratos de um "apartheid" médico

Para acelerar a liberação de drogas ultra-lucrativas, as corporações farmacêuticas recorrem cada vez mais a cobaias humanas dos países pobres. Milhões de pessoas submtem-se, por migalhas, a testes sem supervisão, sem padrões éticos e que muitas vezes as privam de medicamentos essenciais

Sonia Shah

A indústria multinacional farmacêutica gasta quase 40 bilhões de dólares por ano para desenvolver novos medicamentos. Para isso, mobiliza uma crescente parcela dos cientistas mais experientes do mundo e a mais sofisticada tecnologia médica.

Com tal investimento maciço poderia se esperar um aumento do número de medicamentos de impacto dirigidos para os flagelados da humanidade. No entanto, esse ano, só a malária atingirá 500 milhões de pessoas no mundo, e matará cerca de três milhões. Os remédios mais modernos de que os médicos dispõem para tratá-los são anti-diluvianos: um medicamento chinês de mil anos, que substitui uma droga desenvolvida há mais de 50 anos….

 

 

Para ver a matéria na íntegra. Acesse:

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 http://diplo.uol.com.br/2007-05,a1564?var_recherche=sa%C3%BAde