Grupo de Investigação relacionada a Anemia Falciforme realiza ação de Educação em Saúde, coordenada pela UNOESTE, no Município de Presidente Epitácio, SP

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53b44d5b-da07-4a3a-abf8-e472253f7dfaA UNOESTE está envolvida com a implantação do Plano Nacional de Assistência ao Falcêmico na região de Presidente Prudente. A Professora Dra Édima Mattos coordena o Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (NATS/FAMEPP UNOESTE) que busca ampliar e aplicar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra em nosso território. Esta Política é regida pela Portaria 992, de 13 05 2009 e busca garantir equidade e efetivar o direto à saúde de negros e negras no Brasil. No dia 23 06 2017 o Grupo de investigação da UNOESTE que estuda Anemia Falciforme, realizou uma ação de Educação em Saúde no Município de Epitácio, que faz parte da Direção Regional de Saúde (DRS) 11 de Presidente Prudente. Presidente Epitácio conta com um grande número de pessoas diagnosticadas como portadoras da doença. A Anemia falciforme é uma doença de transmissão hereditária caracterizada pela alteração nos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os semelhantes a uma foice, daí a denominação “falciforme”. Essas células têm a sua membrana alterada e podem se romper mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina é responsável pelo transporte de oxigênio, dando coloração aos glóbulos vermelhos, sendo importante para a saúde de todos os órgãos do corpo humano. Essa condição é mais incidente em pessoas da raça negra, mas por causa da miscigenação histórica ocorrida no Brasil, observamos a doença em pessoas autodeclaradas como brancas ou pardas. Não podemos confundir anemia falciforme com anemia ferropriva, causada por deficiência de ferro. Dentre os sintomas da anemia falciforme podemos citar: crises de dor nos ossos e articulações, icterícia (cor amarelada das conjuntivas oculares e da pele), síndrome mão-pé que acomete mais frequentemente as crianças pequenas causando dor e vermelhidão locais, infecções, úlceras e feridas, além de sequestro de sangue no baço que envolve risco de vida e exige tratamento de emergência.
Os participantes da ação de Educação em Saúde consideraram produtiva a atividade.

Referências:

portalsaude.saude.gov.br