O Seminário: Síntese de Alegria, Esperança e Contentamento

Erasmo Ruiz | qui, 06/08/2009 - 20:44.
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Qualquer análise mais extensa do seminário neste momento é muito atrevimento, afinal, ele só termina na sexta-feira. Mas gostaria de sintetizar quatro aspectos que já me tocaram profundamente.

1) O encontro de centenas de pessoas que estão dispostas a continuar a aposta na Utopia do SUS, em grande parte porque a utopia está abandonando o terreno do imaginário e já se visibiliza em tantas experiências exitosas. Esse caráter do seminário, o de ver as pessoas e ouvir suas histórias possui característica seminal! O valor e as consequênias disso na vida de tantos que não estão aqui hoje em Brasília é algo incalculável.

 

2) Participar da mesa sobre Arte e Cultura nesta quinta-feira foi MARAVILHOSO. Teve efeitos terapêuticos em mim (curei minha dor de cabeça) e ainda por cima fez com que eu começasse a produzir uma reflexão sobre o meu trabalho enquanto professor. Nada doloroso mas aquele incômodo gostoso que avisa o crustáceo de que a carapaça já ficou apertada e que precisa ser quebrada para o bicho poder crescer. Aprendi muito com o Tião e o Paulo Campello. Dei meu recado mas o que eu trouxe adiquiriu uma coloratura muito pálida diante do brilho da experiência desses dois companheiros. Eles "aditivaram" o nosso combustível da vida, mais conhecido por esperança! E ver Rai e Verinha querendo pegar o SOL!! Eita coisa linda!!!

 

3) Ouvir Gastão é sempre um privilégio. Não que ler Gastão não seja muito bom. É que quando ele fala ele passa os mesmos conceitos sem a necessidade tomista do estilo acadêmico. Confesso que como professor não aguento mais ter que escrever encarcerado na linguagem das citações e referências. Sei que isso é necessário mas, é UM SACO! E Gastão falou algo que tem um valor inestimável, principalmente vindo de um gestor do seu porte: o ser humano é uma "meleca" de amor, ódio, virtude, preconceito. Temos que aprender a lidar com isso. Temos que fazer saúde com AMOR. Se não tiver amor na jogada, não conseguiremos escapar dessa sinuca de desafeto e insensibildiade nas práticas. E mais, cogerir não é buscar um falso princípio de igualdade mas minimizar a complexidade das muitas diferenças nesse interjogo de relações.

 

4) Receber o carinho de tantos  rostos que eu só "via" as fotos ou os escritos aqui na Rede. Conhecer, tocar, abraçar, ouvir, olhar nos olhos. Que coisa linda! Adoro estar na rede com todo mundo mas seria tão bom se a gente pudesse morar todos numa cidade só e se encontrar vez em quando pra tomar um chimarão, cajuína, cachaça, mate gelado...não importa a bebida...o computador aproxima tanto as pessoas mas não existe nada melhor do que o contato direto.

É isso, tô me sentindo como um Carlitos...a gente sofre, mas é capaz de amar, fazer rir e trazer paz!

Abreijos (abraços e beijos) prá todo mundo!

 

ERASMO 

Comentários

A gota d`água? Não, foi "o copo d`água"...

Nossa produção do comum veio através de um "copo d`água", literalmente! Quem diria que iríamos nos encontrar em um ato tão simples, na secura do clima de Brasília... Poderia ter sido um Chimarrão, mas como a timidez me impede, e não sei se irias curtir o amargo, o acaso nos uniu perto do suporte d`água!! Legal!

Eu que já te observava, tendo-o reconhecido, não imaginava que abraço afetuoso eu iria ganhar! Aposto que nos conhecendo melhor, da próxima vez arrisco te chamar para um mate. Que tal? Um mate é sempre uma roda, chama uma boa conversa e... com rapadura? É perfeito! Uma prática já aqui no Sul!!

Olha só, aqui na minha cidade há uma fonte de água, que chamamos de "Bica"... Temos um dizer, que também faz parte do hino municipal: "E quem bebe água da velha bica, um dia VOLTA E FICA em São Sepé"! Já pensou, Erasmo? Este Brasil nem é tão grande assim...

Abreijos meus, querido!

Luciane

São Sepé/RS

Caloroso

Assim defino aquele abraço tanto de chegada como de saída, Erasmo que bom te conhecer pessoalmente, o abraço me fez sentir há não tenho palavras mas foi tão bom etá acolhimento este, voce totalmente diferente do que eu imaginava, grande, forte,afetuoso,carinhoso, Gastão pequeno no tamanho ai me identifiquei sim na altura pelo menos em algo,  e não podia ser diferente ele é como falamos aqui tudo de bom.

  A imagem que usou encaixou com o final do seminário na roda em que estáva-mos, voce previu? acredito que não pois com tanta arte ,cultura tinha que ser esta , Ray e Verinha aqueceram com muito "AMOR nosso encontro .

 "A ciranda hê a ciranda há, PAIDÉIA , RAY e Verinha que bom que voces fazem parte desta roda".

Erasmo !

 

  Conhecer voce pessoalmente, ouvir sua voz meiga e inteligente, espontânea e calorosa foi muiito muiiito bom !!

  Este contato humano e nossos abraços trocados nos alimentam de vida, de sentimento de grupalidade, e de motivação para seguir em frente.

   Vou adotar os seus Abreijos !!

   Realmente seria muito bom se morássemos todos na mesma cidade !!

   Muitos Abreijos para voce.

   Shirley Monteiro.

Gostoso o abraço.....

 

Erasmo, sentir e ter vc por perto já é de grande siginificado.

Agora sintonizar o sentimento já desperta todos os afetos....saimos desse encontro procurando o que colocar para fora de nossas vidas.

Mas, muito cheios de esperança.

Um grande HU! Abraçar vc já me fez sentir de volta para a vida!

Amo vc.........dear agora, amo Annatália, flor cheia de vida

Com afeto, afetada pelo encontro, ressurreição para vida

Cláu

Dear Claudia

Não tem jeito! Ou você se muda para Fortaleza ou eu monto um estoque de rapadura, cajuina, tapioca e Cachaça do Piaui e vou morar ai no Sul! Maravilhoso poder te encontrar e "roubar" tua energia. Te amo demais!! Simplificanfo as coisas: os seres humanos precisam de comida, amor e amigos! neste sentido, acho que a gente tá quase completo e o seminário foi banquete em todos os sentidos. LInda!!! Continue brilhando sempre!

Reencontros...

Fazemos encontros diários nesta rede, mas os reencontros são uma explosão de vida!

Bjs Patrícia
 

Dear Pati!

É maravilhoso explodir contigo Patrícia!. Cheguei nesse Seminário exalando tristeza e desmotivação. Sai de Brasília com aquele cansaço gostoso. com secura nos lábios (eita clima rude este do serrado) mas cheio do afeto de pessoas lindas como você! Beijão!