Saúde e crises globais é tema do dossiê do último número de 2020 da Reciis

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Na contemporaneidade, a saúde tem sido palco de diversas crises globais, sendo os processos midiáticos deste campo formadores de representações, identidades e subjetividades. Esta é uma das premissas consideradas na chamada de trabalhos para o dossiê Comunicação, Saúde e Crises Globais, que irá compor o último número de 2020 da Revista Reciis. O prazo de submissão vai até o dia 08 de setembro.


Álcool gel 70% e máscara descartável.

Crédito: Foto: Raquel Portugal – Banco de Imagens da Fiocruz/ Multimeios/Icict/Fiocruz

De acordo com os editores convidados Ravindra Kumar Vemula e Allan Santos, as pandemias como a gripe espanhola, o HIV-Aids, o ebola, a gripe aviária, a Influenza H1N1, e mais recentemente, a Covid-19, possibilitam refletir, a partir de seus contextos e especificidades, de que maneiras as ameaças e consequências de doenças infecciosas propagadas em escala mundial têm sido articuladas por discursos midiáticos para a representação de pandemias como lócus de crises sanitárias, (bio)políticas, institucionais, econômicas, sociais e culturais.

A Reciis é um periódico interdisciplinar trimestral de acesso aberto, revisado por pares e sem ônus para o autor. Publica textos inéditos e em fluxo contínuo de interesse para as áreas de comunicação, informação e saúde, em português, inglês ou espanhol.
As informações para o envio de artigos estão disponíveis na chamada de trabalhos. Normas sobre a preparação do manuscrito http://www.reciis.icict.fiocruz.br

No caso de dúvidas, escreva para o e-mail: reciis@icict.fiocruz.br

Sobre os editores convidados
Ravindra Kumar Vemula é professor assistente de Jornalismo e Comunicação de Massa na Universidade de Inglês e Línguas Estrangeiras de Hyderabad. É doutor pela Escola de Comunicação da Universidade de Hyderabad. Seus interesses de pesquisa se concentram em Comunicação em Saúde, com interesse especial em HIV / AIDS, Novas Mídias, Política e Análise de Comunicação.

Allan Santos é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ) e pesquisador integrante do Núcleo de Estudos em Comunicação, História e Saúde (NECHS/Fiocruz/UFRJ). Seus interesses de pesquisa envolvem a produção do pânico moral para a articulação do neoliberalismo autoritário por grupos conservadores no Brasil contemporâneo.