clínica ampliada
Godard e Ferenczi - guias da clínica com crianças

Hoje voltei a lembrar de dois guias, intercessores potentes prá pensar a clínica com crianças: Jean Luc Godard e Sándor Ferenczi.
O primeiro disse, numa entrevista, que "as crianças são prisioneiros políticos"! Dos adultos, pais, professores, Estado..., conforme o modo como são introduzidas na vida por estes. Comunica-se um mundo nos ensinamentos e disciplinamentos a que estão expostas.
Hospital Municipal de Maringá Ampliando a Clínica
Após dois anos de implantação do dispositivo Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco, o Hospital Municipal de Maringá mais uma vez desafia suas próprias dificuldades e inicia no setor de internação clinica o dispositivo da PNH CLÍNICA AMPLIADA.
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SEMINÁRIO DE CLÍNICA AMPLIADA DISCUTE A GESTÃO DA CLÍNICA NO PIAUÍ
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No dia 9 de dezembro, cerca de 90 trabalhadores e gestores participaram de um Seminário Temático facilitado por Gustavo Tenório em Teresina. O evento foi o quarto do ano na capital piauiense visando a reflexão das práticas de atenção e gestão.
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TRABALHO SOBRE A PNH GANHA PRÊMIO EM CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA
Notícias de Santa Maria/RS
Oi pessoal!!
Faz tempo que não entro aqui na rede, e não dou notícias sobre Santa Maria...
Como Apoiadora da PNH, e trabalhadora do SUS tenho me sentido em falta com a nossa REDE ampliada.
Bueno, então vou dizer um pouco do que há de novo, ou o que anda girando na rede de saúde mental aqui do município:
* Criamos um blog para ampliar e compartilhar as experiências que vem dando certo nessa área (saudementalnaroda.blogspot.com);
* Tivemos o Seminário "outras palavras" diferentes olhares sobre o cuidado as pessoas que usam drogas;
* Estamos criando e revendo projetos na área de saúde mental e atenção básica;
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Diarréia, tabagismo e miséria
É muito diferente ter alguma preocupação sanitária com as conseqüências do tabagismo (entre outros temas de igual e maior importância), ou ser contra o tabagismo ou, pior ainda, ser contra os tabagistas. A importância deste debate é que ele não se restringe ao cigarro. São modos de lidar com os problemas de saúde, com as pessoas e com as nossas paixões profissionais, que transbordam para outros problemas de saúde.
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As doenças existem ou não existem?
Muita gente se assusta com esta pergunta. Outros ficam indignados. Mas esta é uma pergunta fundamental. Uma parte dos problemas da clínica tradicional deve-se ao fato dos profissionais tomarem as doenças, ou pior ainda, o caminho para se chegar ao diagnóstico, como seu objeto de trabalho. Tornam-se técnicos em doenças, como já disse muito apropriadamente Madel Luz. Mas como não existiriam doenças se as pessoas morrem todos os dias, dentro e fora dos serviços de saúde? Sim, é exatamente o que acontece. E muitos antes dos hospitais e da nossa medicina atual, chamada biomedicina, morria-se pelo mundo afora. Porém as doenças tinham outros nomes, outras causas e outros cuidados.
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Humanização ou Cerebrização
O sujeito cerebral: De órgão a ator social
Francisco Ortega e Benilton Bezerra Jr.
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Um dia para rir e chorar!

Hoje comemora-se o dia do profissional nutricionista.
Um dia como todos os outros, um dia para rir e chorar.
Dia em que nos confraternizamos com os colegas que fazem parte desta rede e que acreditam numa saúde pública, democrática, de inclusão.
Mas um dia para chorar outros profissionais que continuam praticando uma clínica autoritária, prescritiva.
Um dia para acreditar nos nutricionistas que compoem os NASFs, participando de apoio matricial, fortalecendo rodas.
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O diagnóstico de violência e a violência de um diagnóstico: a judicialização da clínica
Acabou um tempo em que algumas situações de violência, como aquelas contra crianças e contra mulheres, eram ignoradas pelos serviços de saúde. Preocupados com doenças e em ordenar condutas, não reparavam em tragédias do cotidiano. Até aí muito bem. Desdobram-se então equipamentos auxiliares para casos extremos: conselhos tutelares, varas da infância, delegacia da mulher etc.. Até aí, muito mal. Porém, menos pior para situações terríveis.
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