FRANCISCO ARNOLDO NUNES DE MIRANDA

Natal, RN

Membro desde: 09/11/2009

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Sobre:

Graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual do Ceará (1980), Mestrado (1996) e Doutorado (2002) em Enfermagem Psiquiátrica USP - Ribeirão Preto. Atualmente é Professor Associado do Departamento e Curso de Graduação em Enfermagem e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem - PGENF/UFRN, orientador do Mestrado Acadêmico e Doutorado. Experiência na área de Enfermagem, com ênfase nas ações promocionais e de atenção em Saúde Mental Ee Saúde Coletiva e Enfermagem Psiquiátrica na Saúde do Adulto no Contexto da Clínica Ampliada a grupos e populações humanas, atuando principalmente nos seguintes temas: referencial teórico-metodológico das Representações Sociais; formação de recursos humanos incluindo EAD; políticas públicas de saúde, educação e segurança; extensão e pesquisa de abordagem qualitativa e quantitativas com predomínio dos recursos gráficos, sexualidade humana, cotidiano e procedimentos projetivos gráficos; relações interpessoais nos encontros humanos; mixed methods. Consultor ad hoc de periódicos indexados nacionais e internacionais do QUALIS/CAPES. Avaliador do INEPE/SINAES/DAES. Pesquisador CNPq. Membro dos grupos de Pesquisa-Diretório de Grupos - CNPq: NUPRI-Núcleo de Ensino e Pesquisa das Relações Interpessoais - EERP-USP; Enfermagem Clínica - UFRN; Grupo de Pesquisa: Ações promocionais de atenção a grupos humanos em saúde mental e saúde coletiva. Exerceu a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem-PGENF-UFRN (2010-2012 e 2012-2014)

Cresce afastamento por doença mental no país

Cresce afastamento por doença mental no país O mercado de trabalho tornou-se um foco de doenças como depressão e estresse. A tendência já se reflete em forte aumento no número de brasileiros afastados pelo INSS por esse tipo de problema de saúde. As concessões de auxílio-doença acidentário para casos de transtornos mentais e comportamentais cresceram […]

OFICINAS TERAPÊUTICAS COMO INSTRUMENTO DE REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL: PERCEPÇÃO DE FAMILIARES

As oficinas terapêuticas permitem a possibilidade de projeção de conflitos internos/externos por meio de atividades artísticas, com a valorização do potencial criativo, imaginativo e expressivo do usuário. Objetivou-se identificar a percepção dos familiares sobre as oficinas terapêuticas desenvolvidas. Pesquisa descritiva, com delineamento qualitativo, desenvolvida nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Natal-RN, entre agosto e setembro de 2007. Foram entrevistados 28 familiares que participavam regularmente dos serviços. Os familiares destacaram o impacto positivo dos CAPS em suas trajetórias de tratamento e de vida, na melhoria da harmonia familiar. Sobre

Conferências nacionais vão reunir 4 milhões até 2012

Conferências nacionais vão reunir 4 milhões até 2012 por Secom em 02/09/2011 19:49hs Participação social ajuda a formular políticas públicas e promove ambiente de cooperação consensos Em 2011 e 2012, cerca de quatro milhões de pessoas vão discutir políticas públicas em 17 conferências – dez já foram convocadas e estão com datas marcadas para as […]