ruiharayama

Santarém, PA

Membro desde: 22/05/2014   |   551 VOTOS

Sobre:

Mestre em Antropologia da Ciência e Tecnologia trabalhando em programas de avaliação e intervenção no campo da saúde e educação.
Ativista e pesquisador sobre pesquisas farmacêuticas, ensaios clínicos e paradigmas científicos.
Membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade
 

Interesses:

ética, antropologia, medicina

Formação:

Antropologia

Podemos falar em Fracasso Escolar?

Divulgando importante evento gratuito que ocorre na Cidade de São Paulo.     A aprendizagem dos estudantes é objetivo prioritário dos pais, dos profissionais da Educação e da Saúde, mas nem sempre ela ocorre nos ritmos e modos considerados válidos dentro dos padrões de normalidade. Muitas vezes, os problemas de aprendizagem são analisados apenas sob […]

#DIFERENTONA, não! Iguais na diferença!

  Sinceramente não sei como isso começou, mas 'viralizou' na internet a prática de brincar com hábitos relacionados à diferença dos internautas, dos que só gostam de um tipo de série, dos que não ligam para a TV, e por assim vai (uma amostra pode ser vista aqui).    Para o Fórum sobre Medicalização da […]

Se eu não posso brincar, não é a minha luta! – 5 anos de Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade

  Se eu não posso brincar, não é a minha luta! Passados 5 anos do I° Seminário Internacional a Educação Medicalizada, o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade completa meia década de existência e potência em um cenário em que experimentar e afirmar novas existências no mundo contemporâneo tornam-se cada vez mais importantes.  […]

A Ritalina de novo? Argumentos políticos e ‘pílulas científicas’ para divulgação.

Imagem: Kids on Ritalin – Ben Frost   Em 13 de Julho de 2012 surgiu na web a "Carta de esclarecimento à sociedade sobre o TDAH, seu diagnóstico e tratamento" cuja redação foi encabeçada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA). Nessa carta o argumento era simples: […]

1° DE MAIO: A MEDICALIZAÇÃO DO TRABALHADOR TAMBÉM É NOSSA LUTA!

  1° DE MAIO: A MEDICALIZAÇÃO DO TRABALHADOR TAMBÉM É NOSSA LUTA!     O Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade vem a público relembrar todos seus signatários e simpatizantes para as lutas dos trabalhadores nos dias de hoje. Passados mais de 120 anos após sua criação, o Dia do Trabalhador ganhou status […]

‘deu um branco’ na história da saúde?: tensionamentos com a campanha Janeiro Branco

dia 11 de janeiro de 2019 No jornal foram 33 os casos de feminicídio noticiados no Brasil  em 2019. O novo ano, que estava nascendo, parecia replicar o mesmo padrão de sociedade em que vivíamos desde a época da colonização. Entretanto algo para mim era diferente. O diferente era o e-mail institucional que recebi convidando […]

Dia da Visibilidade Trans – para além do respeito, o necessário acolhimento e a interseccionalidade

No Dia 29 de Janeiro é comemorado o Dia da Visibilidade Trans. Comemoração? Até o dia de hoje (28/01) 56 mulheres trans foram assassinadas.  Preferiria o nosso pensamento cartesiano, aquele que pensa em formas retas e ‘perfeitas’, que se fossem mais duas – 58 mortas – poderíamos dizer que até o dia 29 de Janeiro, […]

Rumo ao Encontro Nacional de CAPS Infantojuvenis – ENCONCAPSij 2016

    O que é protagonismo para você?  É comum ouvirmos a célebre frase “O povo não faz nada”.  Normalmente o que ela quer dizer é que as pessoas não fazem nada do jeito que gostaríamos que fosse feito.   Será que alguém parou para perguntar: como você quer fazer? O que você pensa sobre isso? […]

I Seminário “Psicologia das escolas: o que o professor demanda e o que a Psicologia produz?”

O que pode um psicólogo na escola? O que pode a escola com a psicologia? A ação do psicólogo no contexto escolar é sempre cercado de mistérios e pré-conceitos: ah, aquele que faz aquelas coisas. Ou ainda: "ah, eu sei que tem, mas não sei o que ele faz".     Mas no contexto escolar, […]

Turcke, o TDAH e o mito do Naturvolker

Como antropólogo parto do pressuposto de que todo relato é sempre uma re-invenção do observado e vivido; espero que esse seja um pressuposto divido por todos que exerçam a antropologia como atividade. A explicitação desse pressuposto no início do texto serve como mea culpa do lapso temporal que me levou a escrever esse relato. Há […]