O ano de 2026 começa com novas perspectivas e possibilidades para o Observatório de Clima e Saúde (Icict/Fiocruz). Com a chegada de um novo servidor, batizado de Curupira – figura do folclore brasileiro que atua como guardião das florestas -, os sistemas do Observatório passam a contar com mais agilidade, segurança e capacidade de processamento. Diante da ampliação das ações internacionais e do desenvolvimento de novas ferramentas nacionais, foi necessário investir em uma infraestrutura tecnológica mais robusta.
“Estamos atuando cada vez com mais dados, não só do Brasil, mas também internacionais, como os de Moçambique, Chile e Argentina. Precisávamos ter uma grande capacidade de memória e processamento para trabalhar de forma simultânea com esses dados, com arquivos que individualmente podem chegar a um giga de tamanho, e precisam ser relacionados por meio de operações matemáticas”, conta Christovam Barcellos, integrante da coordenação do Observatório de Clima e Saúde.
O mesmo acontece para dados de saúde. Para calcular uma taxa de incidência, apesar de parecer um procedimento simples, são processados milhões de registros de casos agregados a partir de recortes territoriais, temporais e demográficos. Com o novo equipamento, o Observatório poderá manter esses códigos de processamento e as tabelas resultantes dos cálculos acessíveis e seguros.
O novo servidor, já instalado e em funcionamento, fortalece a capacidade técnica e científica do Observatório, ao ampliar sua infraestrutura de processamento, armazenamento e análise de dados. Isso permite lidar com volumes maiores de informações climáticas, ambientais e de saúde, além de integrar diferentes bases de dados e metodologias analíticas.
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*Arte: Thays Coutinho