Secretaria da Saúde cria Sistema Catarinense de Acolhimento e Classificação de Risco

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza nessa segunda-feira, 8, um curso de  capacitação para um grupo de enfermeiros que atuam no Hospital Governador Celso Ramos. O curso é voltado para o Sistema Catarinense de Acolhimento e Classificação de Risco, desenvolvido por técnicos da SES e que será implantado em todas as suas unidades hospitalares. A capacitação está ocorrendo desde as 8h e segue até 17h no Anexo I da SES, em Florianópolis.

O coordenador Estadual de Urgência, Ramon Tartari, diz que a Classificação de Risco é um grande avanço na organização, humanização e qualificação da atenção às urgências de Santa Catarina. O modelo, segundo ele, se modifica para melhor, uma vez que as pessoas deixam de ser chamadas por ordem de chegada, passando a ser atendidas conforme a gravidade e o grau de risco.

“Temos um produto novo, genuinamente nosso, que poderá ser implantado em todo o território catarinense e, quem sabe, também servir de modelo para outros estados. Por se tratar de um sistema próprio da SES, poderá ser modificado, aperfeiçoado e atualizado sempre que necessário. O sistema transcende a importância da classificação para se tornar um observatório privilegiado da Rede de Urgência e Emergência e do SUS”, explica Ramon Tartari.

A classificação é um processo dinâmico e ágil. Logo após a chegada na Emergência do hospital e efetuado o cadastro, o paciente será acolhido por um profissional experiente que colherá as principais queixas e avaliará os sinais vitais. Com base nestes dados e em algumas outras informações, o classificador estabelecerá a prioridade de atendimento do paciente.

As capacitações devem prosseguir em outubro. O objetivo é implantar até o fim do ano a nova classificação na maioria dos principais hospitais e nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAS) da Macrorregião da Grande Florianópolis. “As demais regiões serão capacitadas na sequência, com os hospitais adotando um modelo único de classificação de risco em todo o Estado, uniformizando a linguagem na atenção às urgências”, complementa o coordenador Estadual de Urgência, Ramon Tartari.

Reprodução do texto publicado pela página da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina:veja aqui.

Classificação de risco
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