Gestação Humanizada e Autonomia da Mulher – Téc Enfermagem. Escola Geração, Turma E119A

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Gestação Humanizada e Autonomia da Mulher.

Esse artigo tem como objetivo expressar opinião em três experiências do site e como isso nos afeta e inspira como cursistas da área da saúde.

A experiência Enfermeiros dançando com gestante em trabalho de parto, mostra a suma importância de medidas não invasivas da gestante e posteriormente do recém nascido. Todo esse mecanismo surte impacto, visto o aumento de violência (mental e física) na área obstétrica, deixando de ser um momento lindo para algumas mães e se tornando um trauma. A dança, além de trazer alegria para o ambiente, também alivia a dor e ajuda no processo do parto.

Com base na experiência parto humanizado em Teotônio, o parto deixa de ser uma mera técnica intervencionista que desconsidera a gestante e o bebê, todavia passa a humaniza-lo em toda sua plenitude. As gestantes recebem acampamento de vários profissionais e apoio da secretaria de saúde da região. Essa iniciativa visa a redução de cesária e fortalece a prática de parto normal, dando as informações necessárias sobre cada uma delas.

Médico responsável por interrupção de gravidez de menina é aplaudido durante seminário, essa experiência me sensibiliza pela inocência representada pela criança de apenas 9 anos, que foi descobrir sua gravidez apenas 2 dias antes de ser feito o aborto. Ela achava que havia sido internada por Verminose. No seminário, esses médicos responsáveis pelo feito haviam sido aplaudidos de pé enquanto pela igreja foram excomungados.
Situações semelhantes iremos ver frequentemente na área ao qual escolhemos, e não devemos impor nossas crenças ou opiniões acima da saúde dos pacientes. São realizados no hospital em média dois abortos por mês em função de estupro, mas só agora o assunto está sendo discutido pela sociedade, graças a excomunhão feita pelo arcebispo.

Essas experiências nos inspiram a ter empatia, para fazer o melhor e o que gostaríamos que fosse feito a nos mesmos. Pequenos detalhes, desde uma dança ou até um acompanhamento após um trauma faz toda diferença. A humanização começa, quando revemos nossos valores e atitudes e criamos válvulas de escape para diminuir o sofrimento que o ambiente de trabalho hospitalar provoca em pacientes e trabalhadores.

Primeira experiência: http://redehumanizasus.net/enfermeiros-dancando-com-gestante-em-trabalho-de-parto/

Segunda experiência: http://redehumanizasus.net/parto-humanizado-uma-realidade-em-teotonio-vilela-al/

Terceira experiência: http://redehumanizasus.net/5116-medico-responsavel-por-interrupcao-de-gravidez-de-menina-e-aplaudido-durante-seminario/

Equipe Flor de Lis: Isabella Barros, Hilja, Constância e Mariele.