Planejamento Estratégico Situacional para a baixa adesão à vacinação de adultos e idosos

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Faculdade de Medicina de Marília – Programa de Pós-Graduação em Saúde e Envelhecimento

Mestrado Acadêmico

Disciplina: Educação em Saúde na Mudança dos Serviços de Saúde

 

Giovanna Albanez

Laura Vezali Santiago

Raimundo Maracaipe

Rodrigo Faria Cola

Planejamento Estratégico Situacional (PES) como proposta de atividade de educação em saúde na problemática:

A baixa adesão à vacinação de adultos e idosos na atualidade

1. Definição do problema: Baixa adesão à vacinação em adultos e idosos na área de abrangência da Unidade de Saúde.

A baixa adesão à vacinação de adultos e idosos, no Brasil, pode ser associada a uma série de combinações. Dentre elas podemos citar a menor percepção de risco, o medo de eventos adversos, a desinformação, as desigualdades regionais e as oportunidades perdidas dentro dos próprios serviços de saúde (Boing et al., 2023; De Macedo Bacurau et al., 2021; Roberti et al., 2024).

O problema não pode ser relacionado somente à falta de vacina gratuita; estudos brasileiros mostram que a cobertura diminui em municípios mais pobres, onde os indivíduos possuem menor escolaridade, maior proporção de população negra, além de grupos com mais dificuldade de transporte, informação e seguimento do esquema vacinal (Andrade et al., 2017; Boing et al., 2023).

Evidências mais consistentes apontam que a hesitação vacinal em adultos e idosos está ligada à percepção de que a doença não é grave, à crença de que a vacina não protege e ao medo de efeitos colaterais (Alves et al., 2024; Bacurau et al., 2021; Doherty et al., 2024).

Entre idosos brasileiros, as razões mais relatadas para não tomar a vacina contra influenza foram “raramente pega gripe” (25,5%), medo de reação adversa (25,0%) e desacreditar na proteção da vacina (12,1%). Na vacinação contra COVID-19, a confiança na fonte de informação também pesa: idosos que confiaram mais em redes sociais, amigos e familiares, ou não confiaram em nenhuma fonte, recusaram mais a vacina do que aqueles que confiaram em fontes oficiais (Bacurau et al., 2021; Macinko et al., 2021).

A retórica pública questionando a segurança e a eficácia das vacinas, somada à circulação de notícias falsas e à politização do tema, aparece como fator importante para a queda da adesão, sobretudo nos reforços (Boing et al., 2023; Oliveira et al., 2026).

Os idosos ainda enfrentam as dificuldades de transporte e da distância de suas residências com a unidade de saúde, além de muitas vezes dependerem de visitas domiciliares que reduzem a vacinação mesmo quando há intenção de se vacinar (Andrade et al., 2017; Doherty et al., 2024).

Também existem situações que são ditas como oportunidades perdidas. São aquelas que ocorrem quando os profissionais da unidade de saúde não verificam o cartão de vacinação, não recomendam a vacina ou não aproveitam contatos dos indivíduos com o serviço de saúde (Doherty et al., 2024).

A baixa adesão não é distribuída igualmente. Na vacinação contra COVID-19, a cobertura foi maior no Sul e Sudeste e menor entre homens, pessoas negras ou pardas e grupos de menor renda, com mais atraso ou perda da segunda dose (Li et al., 2024). Em municípios com maior escolaridade e renda, adultos e idosos alcançaram cobertura antes; nos mais vulneráveis, houve atraso e pior cobertura de reforço (Boing et al., 2023). Nas comunidades urbanas vulneráveis, a série primária de COVID-19 foi alta, mas a adesão ao reforço caiu para 63,5%, indicando perda de interesse ao longo do tempo (Dorión et al., 2023).

Nos estudos com influenza, a cobertura entre idosos ficou em torno de 72,6% a 73,0% , abaixo da meta de 80%, e variou por região e perfil social (Andrade et al., 2017; Sato et al., 2020). Subgrupos com menor participação incluíam residentes do Nordeste, pessoas de 60 a 69 anos, analfabetos, sem companheiro e sem plano de saúde (Bacurau et al., 2021).

Dessa forma, a baixa adesão à vacinação em adultos e idosos na área das Unidades de Saúde no Brasil ocorre porque a confiança, o acesso e a organização do serviço falham ao mesmo tempo. A literatura indica que o problema é maior nos reforços e nos grupos socialmente mais vulneráveis, onde a desinformação, a baixa percepção de risco e as barreiras operacionais se acumulam (Boing et al., 2023; Dorión et al., 2023; Faria et al., 2025).

2. Delimitação de causas, descritores e consequências do problema:

Causas
O autores identificaram, para o problema levantado, causas individuais (falta de informação por parte do usuário, medo de reações adversas, baixa percepção do risco das doenças, esquecimento das doses de reforço), sociais (disseminação de informações falsas sobre vacinas, influência das redes sociais e baixa confiança nas vacinas) e organizacionais (pouca divulgação de campanhas, profissionais que deixam de recomendar vacinação e horários pouco acessíveis da sala de vacina).

Descritores
Os autores levantaram como descritores do problema as baixas coberturas vacinais entre adultos e idosos, o crescente número de pessoas com esquema vacinal incompleto, o desconhecimento sobre o calendário vacinal do adulto e do idoso, o aumento da hesitação vacinal, a circulação frequente de informações falsas sobre vacinas, a baixa procura espontânea pelas salas de vacinação e a reintrodução ou aumento de doenças imunopreveníveis.

Consequências
Os autores indicam como consequências do problema a redução da cobertura vacinal, o aumento da circulação de agentes infecciosos, a maior ocorrência de surtos, o aumento no números de hospitalizações (gerando maior risco de complicações e óbitos, principalmente de idosos), a sobrecarga dos serviços de saúde e o grande aumento dos custos para o SUS.

Imagem: ChatGPT (OpenAI) 5.5. [2026]

3. Nós críticos

O Planejamento Estratégico Situacional (PES), proposto por Carlos Matus (1993), constitui um método de planejamento voltado para a resolução de problemas concretos da realidade, reconhecendo que os problemas em saúde possuem natureza complexa, multifatorial e dinâmica. O PES considera que os diferentes atores sociais possuem interesses distintos, diferentes capacidades de intervenção e limitações políticas e institucionais. Dessa forma, planejar significa compreender a realidade, identificar os fatores que produzem determinado problema e construir estratégias viáveis para modificá-lo.

Dentro dessa perspectiva, a elaboração da rede explicativa permite compreender as relações entre causas e consequências do problema, possibilitando identificar aquelas causas cuja modificação produzirá maior impacto sobre a situação analisada. Essas causas são denominadas por Matus (1993) de nós críticos.

Segundo o autor, uma causa somente pode ser considerada um nó crítico quando atende, simultaneamente, a três critérios fundamentais:

i. A intervenção sobre essa causa deve produzir impacto significativo sobre os descritores do problema, modificando positivamente sua evolução;

ii. A causa deve constituir um centro prático de ação, ou seja, existir possibilidade concreta de intervenção pelos atores envolvidos no planejamento;

iii. A intervenção deve ser politicamente viável e oportuna, considerando os recursos disponíveis, a governabilidade dos envolvidos e as possibilidades de implementação das ações.

A identificação dos nós críticos direciona o planejamento para intervenções capazes de modificar as causas mais relevantes do problema, evitando ações dispersas ou de baixo impacto. Assim, considerando a baixa adesão à vacinação de adultos e idosos na área de abrangência da atenção à saúde, foram identificados três nós críticos prioritários.

3.1 Baixo conhecimento da população sobre a importância da vacinação na vida adulta e na terceira idade

A literatura demonstra que o desconhecimento sobre o calendário vacinal e a baixa percepção dos benefícios da imunização figuram entre as principais barreiras para a vacinação de adultos e idosos. Em estudo realizado com idosos brasileiros, os autores identificaram que muitos participantes deixavam de se vacinar por acreditarem que raramente adoeciam ou por desconhecerem a necessidade da vacinação periódica, evidenciando a influência do conhecimento sobre a adesão vacinal (Bacurau et al., 2021). A isso, soma-se a baixa percepção do risco das doenças imunopreveníveis, levando muitos indivíduos a acreditarem que não necessitam de proteção por apresentarem bom estado de saúde ou por nunca terem desenvolvido determinadas doenças.

Sob a perspectiva do PES, esse fator caracteriza-se como um nó crítico, pois sua modificação pode impactar diretamente diversos descritores do problema, como o aumento da procura espontânea pela vacinação, a redução da hesitação vacinal e a ampliação das coberturas vacinais. Além disso, trata-se de um centro prático de intervenção, uma vez que a equipe da Atenção Primária possui governabilidade para desenvolver ações permanentes de educação em saúde, orientação individual durante consultas, atividades coletivas, visitas domiciliares e utilização de todos os contatos com o usuário como oportunidades para atualização da situação vacinal.

3.2 Grande circulação de informações falsas relacionadas à segurança e eficácia das vacinas

A disseminação de informações falsas representa atualmente uma das principais causas da hesitação vacinal. Conteúdos compartilhados nas redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios digitais frequentemente apresentam informações sem respaldo científico sobre eventos adversos, eficácia das vacinas e supostos riscos associados à imunização, contribuindo para o medo, a insegurança e a perda de confiança da população nos programas de vacinação.

Na lógica proposta por Matus (1993), esse fator também configura um nó crítico, porque exerce influência direta sobre importantes descritores do problema, especialmente o aumento da hesitação vacinal, o crescimento do número de pessoas com esquemas vacinais incompletos e a redução da procura pelos serviços de vacinação.

Estudos recentes demonstram que a circulação de fake news influencia significativamente a decisão de adultos e idosos em aceitar ou recusar vacinas. Macinko et al. (2021) verificaram que idosos brasileiros que confiavam prioritariamente em redes sociais, amigos ou familiares apresentavam maior probabilidade de recusar a vacinação contra a COVID-19 quando comparados àqueles que utilizavam fontes oficiais de informação. Da mesma forma, Garcia et al. (2023) destacam que a desinformação compromete a confiança da população nos imunizantes, reforçando a necessidade de estratégias permanentes de educação em saúde conduzidas pela Atenção Primária.

Embora a equipe de saúde não possua controle sobre toda a circulação de informações na sociedade, possui governabilidade para produzir informação qualificada, fortalecer a comunicação baseada em evidências científicas, esclarecer dúvidas da população e atuar como fonte confiável de informação.

Além disso, o enfrentamento das fake news encontra respaldo nas políticas públicas de imunização e nas estratégias de comunicação em saúde do Sistema Único de Saúde, tornando sua implementação politicamente oportuna e institucionalmente viável.

3.3 Baixa divulgação das campanhas e dos imunizantes disponíveis na Unidade de Saúde

A deficiência na comunicação reduz as oportunidades de vacinação e contribui para a manutenção de esquemas vacinais incompletos, impactando diretamente os indicadores de cobertura vacinal, visto que, muitas vezes, a população desconhece a disponibilidade das vacinas, os períodos de campanha e a necessidade das doses de reforço. Além disso, evidências apontam que a ausência de divulgação sistemática das campanhas e a baixa recomendação dos profissionais de saúde reduzem significativamente a adesão à vacinação entre adultos e idosos (Boing et al., 2023).

Sob a perspectiva do PES, trata-se de um nó crítico porque sua intervenção possui elevado potencial de modificar diversos descritores do problema e pode ser realizada diretamente pela equipe da Atenção Primária.

4. Estratégia de enfrentamento – Atividades e estratégias para solucionar os nós críticos

Proposta 1- Roda de conversa sobre vacinação (População e funcionários)

Objetivo: Esclarecer dúvidas e desmistificar falsas informações. Público-alvo: Adultos e idosos cadastrados na unidade. Responsáveis: Enfermeiro, estudantes de enfermagem e equipe de vacinação. Recursos: Projetor, cartazes, folders, caderneta de vacinação. A roda de conversa baseia-se na dialogicidade e na escuta qualificada. Existem indícios de que a imposição verticalizada de conteúdos gera resistência, enquanto a construção compartilhada do conhecimento valoriza os saberes da comunidade, gerando vínculo e confiança necessários para a aceitação vacinal (Freire, 2021). Apontamentos de que, a hesitação vacinal também pode afetar profissionais de saúde e funcionários administrativos da APS reforçam que capacitar e alinhar toda a equipe da unidade garante que todos os pontos de contato com o usuário atuem como promotores da imunização, desmistificando medos sobre reações adversas (GARCIA et al, 2023).

Proposta 2 – Campanha educativa na sala de espera

Objetivo: Conversas rápidas enquanto os usuários aguardam atendimento; Distribuição de folders; Exposição de cartazes; Utilização da caderneta vacinal para orientação individual. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) enfatizam o conceito de “oportunidade perdida de vacinação”. Abordar o usuário que foi à unidade por outro motivo (uma consulta médica, renovação de receita, curativo) e checar sua caderneta vacinal na hora é uma das estratégias de maior impacto para elevar as coberturas vacinais. (OMS, 2022).

Proposta 3 – Busca ativa nas comunidades

Objetivo: Levantamento dos usuários com vacinas em atraso; Contato telefônico; Convite durante consultas e visitas domiciliares; Agendamento da vacinação. A busca ativa de faltosos é fundamentada nos princípios de equidade e universalidade do SUS, visando alcançar populações vulneráveis ou com barreiras de acesso (Teixeira, 2020).

Proposta 4 – Divulgação das campanhas

Objetivo: Produção de cartazes; Divulgação nas redes sociais da Unidade; Mensagens em grupos comunitários; Orientação pelos Agentes Comunitários de Saúde. A Organização Mundial da Saúde (2022) conceitua “infodemia” como o excesso de informações — precisas ou não — que circulam em momentos de intervenções de saúde, gerando desconfiança. Para mitigar o impacto de fake news, as mídias da unidade devem utilizar comunicação clara, visual e adaptada ao contexto local.

5. Indicadores de avaliação das atividades propostas

A avaliação das atividades propostas será realizada em dois momentos distintos, contemplando uma etapa pré-intervenção e outra pós-intervenção, com o objetivo de verificar tanto o desenvolvimento das ações quanto seus efeitos sobre o público-alvo. Para isso, serão utilizados indicadores de processo e de resultado, possibilitando uma análise abrangente da execução da intervenção e do alcance dos objetivos estabelecidos.

Os indicadores de processo permitirão monitorar a implementação das atividades previstas, considerando aspectos relacionados à sua execução e ao alcance da população. Serão contabilizados o número de ações educativas realizadas, a quantidade de participantes envolvidos nas atividades, o total de folders informativos distribuídos e o número de usuários abordados durante as ações desenvolvidas na sala de espera da unidade de saúde. Esses indicadores possibilitarão avaliar a abrangência da intervenção e a efetividade das estratégias utilizadas para a disseminação das informações.

Por sua vez, os indicadores de resultado buscarão mensurar o impacto da intervenção sobre o conhecimento e o comportamento dos usuários em relação à vacinação. Para isso, será aplicado um questionário antes e após as atividades educativas, permitindo comparar o nível de conhecimento dos participantes e identificar possíveis mudanças decorrentes da intervenção. Também será registrado o número de cadernetas de vacinação avaliadas, bem como a quantidade de vacinas administradas após as ações educativas. Sempre que houver disponibilidade de dados, será realizada ainda uma comparação entre os índices de cobertura vacinal anteriores e posteriores à intervenção, possibilitando analisar sua contribuição para a ampliação da adesão às campanhas de imunização.

Espera-se que a intervenção promova o fortalecimento do conhecimento da população acerca da importância da vacinação, contribuindo para o enfrentamento da hesitação vacinal por meio da oferta de informações baseadas em evidências científicas e da desconstrução de mitos e desinformações. Como consequência, espera-se um aumento da procura espontânea pela sala de vacinação, favorecendo a atualização do esquema vacinal de adultos e idosos e, consequentemente, contribuindo para o incremento da cobertura vacinal desse público, fortalecendo as ações de prevenção e promoção da saúde desenvolvidas pela Atenção Primária à Saúde.

6. Referências

ALVES, Sonáli Amaral de Lima et al. Análise da aceitação de vacinas entre idosos no centro de convivência “Viver Bem”, na cidade de Ji-Paraná/RO. Aracê, v. 6, n. 3, p. 6821–6836, 13 nov. 2024.

ANDRADE, Fabíola Bof de et al. Correlates of influenza vaccine uptake among community-dwelling older adults in Brazil. Human Vaccines & Immunotherapeutics, v. 13, n. 1, p. 103–110, 2 jan. 2017.

BACURAU, Aldiane Gomes de Macedo; SATO, Ana Paula Sayuri; FRANCISCO, Priscila Maria Stolses Bergamo. Reasons for nonadherence to vaccination for influenza among older people in Brazil. PLOS ONE, v. 16, n. 11, p. e0259640, 1 nov. 2021.

BOING, Antonio Fernando et al. Uncovering inequities in Covid-19 vaccine coverage for adults and elderly in Brazil: A multilevel study of 2021–2022 data. Vaccine, v. 41, n. 26, p. 3937–3945, 13 jun. 2023.

DOHERTY, T. Mark et al. Nonstructural barriers to adult vaccination. Human Vaccines & Immunotherapeutics, v. 20, n. 1, 31 dez. 2024.

DORIÓN, Murilo et al. Social determinants of adult COVID-19 vaccine acceptance and uptake in a Brazilian urban informal community: a longitudinal time-to-event study. medRxiv (Preprint), p. 2023.11.28.23298927, 1 dez. 2023.

FARIA, Letícia Bezerra et al. Vaccination Barriers in Brazil: Exploring Hesitancy, Access, and Missed Opportunities in a Cohort of Children (2017–2018)—National Vaccination Coverage Survey Results (2020–2021). Vaccines, v. 13, n. 5, p. 516, 13 maio 2025.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 65. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2021.

GARCIA, L. S. et al. Estratégias para enfrentamento da hesitação vacinal na atenção primária à saúde: uma revisão integrativa. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 76, n. 4, e20220315, 2023.

LI, Sabrina L. et al. The Brazilian COVID-19 vaccination campaign: a modelling analysis of sociodemographic factors on uptake. BMJ Open, v. 14, n. 1, p. e076354, 1 jan. 2024.

MACINKO, J. et al. Which older Brazilians will accept a COVID-19 vaccine? Cross-sectional evidence from the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI-Brazil). BMJ Open, v. 11, n. 11, p. e049928, 1 nov. 2021.

MATUS, C. Método PES: roteiro de análise teórica. São Paulo: Fundação Altadir, Fundap, 1993.

OLIVEIRA, Vick Brito; BEZERRA, Adriana Falangola Benjamin; OLIVEIRA, Sydia Rosana de Araujo. Os desafios da continuidade da vacinação contra a COVID-19 em um cenário de hesitação vacinal. Cadernos de Saúde Pública, v. 42, p. e00210924, 2026.

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TEIXEIRA, Carmen Fontes (org.). Atenção Primária à Saúde no SUS: diretrizes políticas e organizacionais. Salvador: Edufba, 2020.