Tag » alternativas à medicalização

Tristeza epidêmica – existe a bipolaridade?

Coloquei na rede uma pergunta pela "existência" de doenças como o transtorno bipolar, Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, dislexia, entre outras. A intenção é provocar um estranhamento que nos leve a pensar.
Se tomarmos os dados epidemiológicos como base da "realidade" destes transtornos ( 17% das pessoas são diagnosticadas como tendo depressão em algum momento de suas vidas), só podemos constatar uma epidemia.
Epidemia de tristeza, de agitação na infância, de crianças espertas para tudo menos para as coisas da escola.

Indústria da saúde aposta no Brasil

População de baixa renda amplia consumo de medicamentos e faz fábricas, distribuidoras e hospitais contratarem e desengavetarem projetos de expansão A indústria da saúde aproveita o ano de crise econômica mundial para crescer no Brasil, onde a melhora da renda das classes C e D insere milhões de pessoas no mercado de consumo de medicamentos […]

A difícil equação entre Medicina e Psicanálise

A Gazeta Mercantil desta segunda-feira (3) traz uma interessante entrevista com o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira Filho que dialoga em muita coisa com as propostas da Política Nacional de Humanização.

Rodas Do Saber em Alegrete

Realmente foi muito interessante nosso evento realizado em 23 de junho do corrente anos, na Saúde Mental de Alegrete. E o mais interessante é que reuniu a equipe do CAPS II, e dos outros CAPS: i e AD, usuários e familiares num momento de conscientizar sobre questões referente a excessiva medicação e desfocar o atendimeto da figura do médico.

Rodas do saber

Nesta segunda, a Rede de Saúde Mental de Alegrete, realizou uma Roda do Saber, no CAPS II, com o tema sobre a medicalização da vida: a necessidade de mudar e ampliar o cuidado em saúde.

O que está nos deixando doentes…

O Jornal do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP) deste mês publicou a tradução de um interessantíssimo artigo publicado em janeiro no New York Times: O que está nos deixando doentes é uma epidemia de diagnósticos. Escrito por pesquisadores-médicos norte-americanos em linguagem bem acessível, fala sobre a avassaladora medicalização da vida em curso […]