RELATO DE EXPERIÊNCIA NO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

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Arlyson Diogo Souto Bezerra

Gabriel Alves Oliveira

João Victor Omena Cardoso

 

O grupo referido ficou responsável por acompanhar a dinâmica do CAPS SADI durante 4 semanas, em chã de Bebedouro, Maceió – AL. Nesse sentido, foi possível observar e participar das mais diversas atividades que la constavam, tais como: triagem, oficina de autoconhecimento, atividades de dobradura, dinâmica com obstáculos, oficina de autoestima, oficina de autocuidado. A partir disso, o ponto chave de nossa presença lá foi a compressão efetiva de como se a dinâmica nesse serviço, tanto no sentido assistencial como no relacional, o que se mostrou de suma importância, haja vista que a ausência de mecanismos como esse levam os usuários ao estado de ostracismo social, condenando-os à marginalização fruto de uma incompreensão do meio social. Todavia, com esse corpo assistencial é possível acolher e inserir socialmente o usuário. Além disso, através das práticas e visitas é possível dar suporte enxergando além das suas “patologias”, o que coopera para dar um passo além da mera medicalização.

No entanto, se foi consenso do grupo a percepção inequívoca do grupo sobre a importância do CAPS, também foi consenso o questionamento sobre a nossa presença no serviço. Tal pontuação é fruto do seguinte entendimento: como nosso presença coopera para nossa formação. Nos referimos assim, tendo por base que nossa presença no serviço é de caráter observacional, não trazendo repercussões práticas efetivas para a formação acadêmica de estudantes de medicina. Tal questionamento deve ser feito para que em outras turmas haja, de fato, uma comunicação maior entre o papel observacional e aquilo que faremos como futuros médicos, esse ajuste fino pode transformar esse ambiente em um local enriquecedor, mas até o momento consta apenas como um parêntese na formação.